FULTON J. SHEEN – Kit 4 Livros

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REF: KT-FTS-LVS-57 Categoria:
Peso 1.995 g
Dimensões 23 × 16 × 20 cm

Descrição

O Sacerdote não se Pertence

O sacramento da ordem provoca uma certa mudança antológica no homem que o recebe; as atitudes, o agir e
o pensar desse homem, no entanto, não são mudados com o Sacramento. Cabe ao sacerdote — operar essas
mudanças para configurar-se cada vez mais ao Sumo Sacerdote, para ser como Ele é.
O sacerdote deve então tornar-se um alter Christus; porém, não somente naquilo que é conveniente. Tornar-se
um outro Cristo implica em ser exatamente aquilo que Ele foi em Seu glorioso trono, a Cruz: sacerdos-victima.
Este profundo pensamento é o cerne deste livro: o autêntico sacerdote deve ser, em tudo, igual a Cristo:
alguém que oferece e é ele próprio o que é ofertado; aquele que oferece a Deus a vítima do sacrifício e é
ele mesmo a vítima, Vítima por amor a Deus e por amor à Sua criação.

O Calvário e a Missa

D. Fulton Sheen, com sua característica profundidade na fé e sua conveniente simplicidade nas palavras, propõe
enriquecedoras meditações sobre Santa Missa. Partindo do ponto principal sobre o que é a Missa — o sacrifício de
Cristo na Cruz tornando presente em nossos altares — Sheen faz uma ligação direta entre sete parte da Missa,
escolhidas a dedo pelo autor, e um de seus temas favoritos: as sete palavras ditas por Cristo na Cruz.
A Cruz e o Calvário são os pontos centrais da teologia da Missa, e são também os pontos centrais dos escritos e
ensinamentos de D. Fulton Sheen; por isso, ao escrever sobre o augusto sacrifício, o faz com maestria, sem, contudo, deixar
de relacionar-nos, e nossa vida, com tão excelsos mistérios, afinal somos nós mesmos a causa deste sacrifício.
Este pequeno livro contém meditações de grande importância para o nosso enriquecimento espiritual e para
que tenhamos uma maior devoção para com a Santa Missa; em especial nestes nossos dias em que estamos imersos na
ignorância sobre o que é a liturgia e quem é o seu Autor.

Tesouro em Barro – Autobiografia

Alguém que evangeliza com seus gestos, ações, decisões, palavras; alguém que evangeliza com sua própria vida de doação e serviço, vida de virtude e de amor gratuito. Esta parece ser uma boa definição de alguém que doa sua vida a Cristo e Sua Igreja, que busca servir o Criador ao servir as criaturas, e esta é justamente a definição de quem foi Dom Fulton J. Sheen. Composta pelo próprio Sheen, esta não é uma obra que intenta ser uma mera descrição cronológica de eventos, mas é escrita de modo a ser reflexões sobre as diversas etapas de sua vida. Não foi composta para os holofotes, mas para as almas que buscam estar cada vez mais unidas a Cristo. Temos a alegria de nesta obra, encontrar com o próprio Cristo, que distribui Seus tesouros por meio de Seus servos, e, de forma especial, por meio de Seus preferidos, os sacerdotes. Temos a alegria de testemunhar como Deus fez e faz maravilhas por meio daquele venerável que deixou-se ser “como o barro na mão do oleiro”.

Justiça e Caridade

Desde a Revolução Francesa a sociedade dividiu-se entre direita e esquerda quanto à política. Mais de dois séculos se passaram e em nossos dias continuamos a ver a mesma divisão: direita e esquerda; burguesia e proletariado; liberalismo e socialismo; capitalismo e comunismo.

Esqueceram-se os homens da Verdade e, mais do que nunca, passaram a guiar-se por ideologias. A Igreja, no entanto, guiada pela Verdade e pela razão, nunca deixou-Se enganar por ideologias, sejam de esquerda ou de direita, e traz-nos a luz pela qual podemos encontrar um caminho justo e generoso.

Este é o caminho que Fulton Sheen nos mostra neste livro: um caminho baseado na justiça e na caridade, um caminho que busca banir os males do capitalismo, pela justiça, e o vício do comunismo, pela caridade. Sua proposta é que nos guiemos por essas virtudes para encontrarmos um sistema econômico equilibrado. “No meio está a virtude, sendo os extremos vícios”, diz Aristóteles.

Esta é a verdade trazida pela Igreja e apresentada por Sheen: as classes existem para ajudarem-se mutuamente, e necessitam umas das outras; não devemos nos render à tirania do comunismo, tampouco às opressões do capitalismo, devemos agir com Justiça e Caridade.